O início faz tremeliques na barriga. Um mundo inteiro por descobrir, alicia-nos. Os olhos fixam-se, os corpos pedem para ficar naquele lugar. Só mais um bocadinho e um bocadinho a mais.
Sempre houve luar, por cada mão dada, por cada respiração mais ofegante, por cada coração vibrante. Sempre houve um céu pintado para nós, a cada fim do dia, a cada sol que fugia. E então, parávamos, fosse em que sítio fosse, e prestávamos atenção.
E no banquinho, a chuva caía, caía cada vez mais e mais depressa. Valeu-me uma constipação, a primeira da estação.
E valeu-me o coração.
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